sexta-feira, 24 de maio de 2013

O Curumirim já esperava, já não existia mais nada que ele podia fazer, o canto do pássaro nunca enganara, assim como quando o Velho Pajé tocava sua maracá de cabaça e com semente de urucum pintava-lhe o vão da testa em sinal de conexão com o Grande Deus do trovão, Tupã, que abençoava toda aquela nação Guarani no inicio, durante a existência e não os abandonaria agora que estavam tao perto do fim.
_ Terra à vista!

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