segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Olivia
-não consigo entender!
(Inconformada, levanta-se em um movimento fragmentado, seu simples chápeu  se esvai docilmente de suas mãos, que deixa tão sedosas palhas para rumarem em direção da face, e então seus olhos percorrem todo o ambiente, o azul do laço do cabelo de uma menina que  forma uma bela imagem moldurada  na parede,  prende os olhos cristalinos de Olivia e à leva de volta a sua infância onde esse mesmo azul tinha a forma de um belo avental  que sua avó usava para cuidar das rosas que deram uma frangacia a este lugar que Olivia jamais voltou a encontrar, eis que suas mãos tocam a face e rola a gota que se prendia no olho)





Terra do nunca

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