Olivia
-não consigo entender!
(Inconformada, levanta-se em um movimento fragmentado, seu simples chápeu se esvai docilmente de suas mãos, que deixa tão sedosas palhas para rumarem em direção da face, e então seus olhos percorrem todo o ambiente, o azul do laço do cabelo de uma menina que forma uma bela imagem moldurada na parede, prende os olhos cristalinos de Olivia e à leva de volta a sua infância onde esse mesmo azul tinha a forma de um belo avental que sua avó usava para cuidar das rosas que deram uma frangacia a este lugar que Olivia jamais voltou a encontrar, eis que suas mãos tocam a face e rola a gota que se prendia no olho)
Terra do nunca