segunda-feira, 20 de junho de 2016

Consciência
...
Substantivo feminino
Sentimento
ou conhecimento 
que permite ao Ser ser humano
experienciar ou compreender aspectos
ou a totalidade de seu mundo interior.
Ampliar seu intelecto
Moralmente certo
Em atos fúnebres
e motivos individuais.
Basta de matadouros.
libertemos os Aniguais
Ser bom não só com gente
Fingir que não sabe não traz dignidade
ou mesmo coroa de Louros.
Por humanidade não se nutra de dor!
Presunção em crer que tudo se deve comer
e Não querer parar e ver
A morte
servida em cardápios
de todos os gostos
Maquiados em requintes
Nutrem a mais chula sensação humana
de paladar o egoismo derrama.

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Divagações sobre a Ida

com a instancia de insegurança
a morte me assombra
tem dias que me divirto
divagando sobre a qualidade do meu sumiço
a conta a pagar
a reforma a fazer
o amigo a acolher
entrando no onibus
pesando bananas no supermercado
confesso que chego a ficar amarelado
cuidar da morte não é serviço para qualquer artesão
não há diversão
quando penso na ida anunciada
estas com data marcada
por gosto pessoal prefiro as mais educadas
as que chegam calada
doença crônica
infecção generalizada
metastase
meu sorriso não resiste
á uma vida ocupada
com está partida anunciada
desejo ir sem divida
seja de amor
financeira ou de rancor
quero meu corpo, meu templo
repousado junto da mais bela flor!
Livre e sem assombro
espirito e alma
em flor me encubro
fecho os olhos do corpo
imagem retirada da internet

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Quero alegria germinada em amizade 
Não por conformidade, por coerência
E sim por querer usufruir da sua essência, 
Ficarei em sua companhia, 
Com ou sem exigência
Aceitando a Noite e o Dia
Peço ao pássaro que te leve paciência
Em um voo cheio de vaidade
Transportando-a com toda bondade
Um pequeno botão de sapiência
Embrulhado em uma flor
Essa pode ser a de sua preferência
Insisto no desejo
Apego
disposto a sangrar
Insegurança
Medo de amar
Amar sem fronteiras
Em paz com o mundo
Aonde quer que esteja
Deitado
Buscando no vago
O alivio do órgão preenchido
Mergulhado em emoções
Disposto a padecer
Aturar
A curtir
Experienciar
Resistir
Atrever-se

Amar
Dor que não pulsa, não sangra, não respira
Uma dor morta, somente existe
Não alegre, nem tão pouco triste
Rocha solida límpida, inocência
Cristalizada em magoa
Feita sem perceber,
Por um méro descuido se deixa fazer
E dói sem perceber
E dói sem dó
E dói
Dói

Ó

Ióóóóó
Mortal Amada por Zeus
Mortal Odiada por Hera

No centro do cristal pulsa
Sangra,
Respira,
Repousa sobre a pira
Incinera
Regenera
Prometeu

Descristaliza
Por Um cuidado
Por 2 amado
Desejo de carne
Encontro de Almas
Afago que me alimenta, carinho que sustenta,
Amizade
Paixão, que morre
Amor que nasce e morre

Paz no Coração

sexta-feira, 24 de maio de 2013

O Curumirim já esperava, já não existia mais nada que ele podia fazer, o canto do pássaro nunca enganara, assim como quando o Velho Pajé tocava sua maracá de cabaça e com semente de urucum pintava-lhe o vão da testa em sinal de conexão com o Grande Deus do trovão, Tupã, que abençoava toda aquela nação Guarani no inicio, durante a existência e não os abandonaria agora que estavam tao perto do fim.
_ Terra à vista!
Eu sou você
Você é o outro
O outro é a nossa semelhança
Semelhança é o que nos une
Nossa União forma um povo
Um povo ama sua terra, seus animais e seus astros
Amor é cultura
Cultura é alimento, Língua, Costumes e Lendas.