quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Quero alegria germinada em amizade 
Não por conformidade, por coerência
E sim por querer usufruir da sua essência, 
Ficarei em sua companhia, 
Com ou sem exigência
Aceitando a Noite e o Dia
Peço ao pássaro que te leve paciência
Em um voo cheio de vaidade
Transportando-a com toda bondade
Um pequeno botão de sapiência
Embrulhado em uma flor
Essa pode ser a de sua preferência
Insisto no desejo
Apego
disposto a sangrar
Insegurança
Medo de amar
Amar sem fronteiras
Em paz com o mundo
Aonde quer que esteja
Deitado
Buscando no vago
O alivio do órgão preenchido
Mergulhado em emoções
Disposto a padecer
Aturar
A curtir
Experienciar
Resistir
Atrever-se

Amar
Dor que não pulsa, não sangra, não respira
Uma dor morta, somente existe
Não alegre, nem tão pouco triste
Rocha solida límpida, inocência
Cristalizada em magoa
Feita sem perceber,
Por um méro descuido se deixa fazer
E dói sem perceber
E dói sem dó
E dói
Dói

Ó

Ióóóóó
Mortal Amada por Zeus
Mortal Odiada por Hera

No centro do cristal pulsa
Sangra,
Respira,
Repousa sobre a pira
Incinera
Regenera
Prometeu

Descristaliza
Por Um cuidado
Por 2 amado
Desejo de carne
Encontro de Almas
Afago que me alimenta, carinho que sustenta,
Amizade
Paixão, que morre
Amor que nasce e morre

Paz no Coração